terça-feira, 8 de setembro de 2009

Notícias apocalípticas!!!



Shalom!

Mais uma notícias fresquinha...estejamos preparados para o que ven por aí! Só para ressaltar - em Apocalipse 13, é mencionado uma forma global de compra e venda, onde ninguém ficará isento de estar sob ela. A não ser, claro, se recusar receber a tal "marca", que viabilizará o comércio...

Economia Internacional
ONU sugere moeda global no lugar do dólar para evitar crises

A reforma do sistema monetário e financeiro, com uma moeda internacional emitida por um banco central mundial, é a receita que oferece o órgão das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) com objetivo de evitar que se repita uma crise como a atual.

O secretário-geral da organização, Supachai Panitchpakdi, afirmou na última segunda-feira que "o predomínio do dólar como principal meio de pagamento internacional teve um papel importante na formação de desequilíbrios mundiais que desembocaram na crise financeira".

Por isso, a Unctad defende um sistema de taxas de câmbio aceito internacionalmente e baseado no princípio de porcentagens reais, constantes e sustentáveis para todos os países. Com isso se conseguiria colocar um freio à especulação, porque o principal fator desencadeante da especulação cambial é o diferencial de inflação e de taxas de juros.

Assim se evitariam as crises monetárias, porque desapareceria o principal incentivo para especular com moedas de países altamente inflacionários, e se poderiam prevenir desequilíbrios mundiais fundamentais e de longa duração, evitando que os países em desenvolvimento sejam apanhados pela dívida.

Também se poderia evitar a condicionalidade procíclica em caso de crise e se reduziria a necessidade de manter reservas internacionais. "A crise atual se deve ao predomínio das finanças sobre os setores produtivos da economia que geram a autêntica riqueza, o que foi possível graças à euforia suscitada pela eficiência do livre mercado", assinala a Unctad em seu relatório de 2009.

Como destacou Panitchpakdi, "nos Estados Unidos, a parte do Produto Interno Bruto (PIB) que corresponde ao setor financeiro aumentou de 5% para 8% entre 1983 e 2007, enquanto sua parte no total de lucros empresariais passou de 7,5% para 40%".

"As autoridades econômicas deveriam ter receado de um setor que aspira o tempo todo a lucros de dois dígitos em uma economia que cresce a um ritmo muito menor", acrescentou.

O relatório da organização diz que um sistema baseado em uma moeda nacional sempre dependerá das decisões de política monetária que adotam os bancos centrais que emitem essas moedas e que se adotam em função das necessidades e preferências da política nacional, e não em resposta às necessidades do sistema de pagamentos internacionais e da economia mundial.

E critica também que este sistema, em momentos de desequilíbrio da conta corrente, impõe toda a carga do ajuste aos países deficitários. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou esse viés deflacionário ao impor políticas restritivas aos países deficitários como parte de suas condições para conceder empréstimos, em vez de exigir políticas mais expansivas aos países com excedentes", afirma o estudo.

Com informações da EFE.

Link: http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200909081251_RED_78369078&idtel=

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domingo, 6 de setembro de 2009

Caminhando rumo a conquista...




“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”. Gn 12.1


Em nossa vida nesta terra, todos nós precisamos andar, crescer, aumentar. Como aprendemos nos capítulos anteriores, o Criador determinou ao homem que crescesse, multiplicasse e dominasse sobre a terra. Aprendemos que esta ordem não foi revogada com a queda do primeiro casal, mas mesmo assim, muitos permanecem numa posição estática em suas vidas.


Quantos projetos ainda estão na gaveta, ou estão guardados apenas como um sonho? E porque muitas vezes não são colocados em prática?


No texto acima, vemos uma ordem dada por Deus a Abrão: Vá! Anda! É uma ordem que exige um passo de fé, de caminhar em direção ao alvo proposto pelo Senhor. Abrão tinha aqui uma vida estável, no meio de seus familiares, mas os mesmos habitavam em meio à idolatria (Js 24.2), o Senhor viu naquele homem o desejo sincero de conhecer verdadeiramente o Deus Criador. E em determinado momento, ele recebe esta palavra do Senhor, de abandonar tudo e sair do lugar em que estava, de sair de sua posição.


É interessante observar que Abrão é chamado “hebreu”. Este termo em hebraico significa “aquele que cruza, aquele que atravessa, chegando a uma outra margem”. Ou seja, este termo traz junto de si o conceito de mudança de localidade a fim de cumprir um propósito. É importante não só SAIR, mas CHEGAR. Se você iniciou algum curso, complete este curso. Se você entrou na faculdade, termine a faculdade. Este é o segredo! Porque se você começou algo e não terminou, você está na metade do caminho e não está sendo um hebreu! Hebreu não é sinônimo de judeu, mas sim, é de alguém que sai e chega. Deus quer que todos nós sejamos hebreus, que atravessemos as dificuldades e adversidades, e alcancemos o alvo que Ele propôs para cada um de nós.


Aqui também encontramos um principio poderoso, do qual já tratamos em capítulos anteriores: o livre-arbítrio. Afinal, Abrão poderia ter respondido: “porque eu tenho que sair? Porque abandonar Ur da caldéia? Eu não quero!” Preste atenção: a Bíblia não diz que ele ouviu uma voz audível – ele pode até ter ouvido, mas independentemente disso, sabemos que ele entendeu que Deus o estava chamando, mesmo sem conhecê-lo! Jesus também um dia teve que sair de Nazaré para salvar o mundo. Deus conta conosco para implantar seu Reino nesta terra. Ele dá a semente do trigo, por exemplo, mas somos nós quem a plantamos, colhemos e preparamos o pão para comer.


É necessário compreender algo: fomos chamados para sermos sócios de Deus! Sócios nos projetos que Ele tem em nossas vidas! Mas para isso, pode ser necessário sair da posição em que nos encontramos. E o Senhor faz este convite para nós HOJE!


Analisando a natureza do homem (espírito, alma e corpo), chegamos à conclusão de que muitos dos problemas enfrentados podem ser originados de distúrbios em algumas dessas três áreas. Devido à causas espirituais, pode haver opressão, confusão, ansiedade, inquietação, entre outros. Portanto, precisamos deixar fatos e fatores espirituais que oprimem nossas vidas. E isso é fruto de uma posição pessoal que cada um tem que tomar. Por exemplo, apesar de Jesus ter levado toda maldição na cruz, se eu não tomar posse, através de um posicionamento pessoal, posso continuar sofrendo os efeitos desta maldição, mesmo sendo salvo e membro regular de uma igreja. Jesus morreu pela humanidade, mas sabemos que nem todos estão salvos. Portanto, Deus nos chama hoje para sair da falta de fé, da insegurança, da dureza de coração.


E quais seriam as prisões da alma? Insegurança, inconstância, intolerância, rabugice, ressentimento, mágoa. Muitos perdem uma promoção, não se lançam em projetos que o próprio Deus colocou em seus corações por terem a alma prisioneira na timidez, na insegurança. Precisamos ter a nossa alma restaurada, onde a Palavra nos liberta de conceitos e sofismas que aprisionam a nossa vida. Estruturas de pensamento que nos levam para longe da vida do Reino. Todos nós precisamos ser libertos!


Deus disse a Abrão: “... sê tu uma bênção...”. A ênfase está no SER, e não no TER. Ter as coisas em nossas vidas torna-se, então, uma conseqüência de sermos a bênção. Afinal, se tenho algo, eu posso perder; mas seu sou algo, ninguém pode tirar isso!
Quem criou você? O Todo-Poderoso! Então...sai-te! Você só tem saúde se sair da enfermidade; só terá fé se sair da duvida; só terá paz se sair do conflito. E Deus quer impulsionar você a romper, a mudar de vida, a viver o Reino!


Naturalmente existe uma inércia que nos leva ao pecado, onde não tomamos uma posição, e as influencias externas nos levam a situações onde ficamos longe de Deus.


Mas a ordem hoje é enfática: VÁ!


Andando rumo ao alvo,


Daniel Ben Iossef

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O caminho, a verdade e a vida.




“Eu lhes disse essas coisas para que, unidos a mim, vocês tenham paz. Neste mundo, vocês terão aflições (thlipsis). Mas sejam fortes! Eu venci o mundo!”. Jo 16.33



Shalom!


Todos nós passamos por situações de tempestades, tribulações.


O Evangelho em nenhum momento nos isenta disso. Pelo contrário, a tendência é que eles aumentem...mas a grande diferença é que agora nós sabemos como resolvê-los, pois temos a Palavra do Senhor para nortear as nossas vidas. Muitas vezes pensamos que o conhecimento do Reino nos isenta de adversidades, e nos lan;ca em uma vida fácil; nada mais longe da verdade!


Interessante observar aqui a palavra grega usada por Mateus para descrever de que tipo de aflição Jesus estava fazendo menção. Esta palavra significa opressão (por dificuldades internas e externas, aflição, tribulação, dificuldade, aperto).


Exatamente o tipo de opressão que a sociedade vive hoje. Gripe A, deficuldades financeiras, aumento da violência, degradação dos valores familiares...realmente são muitas coisas! E como permacecer inabalável, firme em meio a tudo isso?


Como então sair-se vitorioso, e manter-se inabalável em meio às adversidades?


Que tal come;carmos por aqui? O fundamento


“Eu sou o caminho (dérech), a verdade (emet) e a vida (hayim). Ninguém vem ao Pai senão por mim” Jo 14.6


Vejamos as palavras hebraicas usadas por Jesus:


dérech: comportamento, modo de vida., maneira, costume. O mesmo sentido da palavra hodos, usada aqui por João. Ou seja, a maneira como eu vivo o dia a dia – o caminho passa por aqui, e não por uma idéia, ou conceito (aqui entra a religiosidade).


Emet: verdade, fidelidade, confiança – idéia de firmeza, certeza, sustento no sentido de braços fortes que sustentam uma criança necessitada. O mesmo sentido da palavra alethés usada por João.


Hayim: vida, estar vivo – é a vida no que tem de melhor, é saúde, é vida sem fim. Aqui João usa zoe, que reflete o caráter qualitativo desta vida, a vida como um todo (física, intelectual e espiritual). Vai além do que conhecemos apenas como “vida espiritual”. Também é sinônimo de vida eterna. As outras palavras gregas para vida são biós e psiquê, só para lembrar.


Assim, aqui temos os passos para que o homem possa alcançar esta vida:


comportamento => fidelidade => vida integral (e também eterna).


Portanto, vemos que o processo da salvação da alma está ligado a este processo, pois a mente/psiquê precisa ser restaurada, através do arrependimento (metanoia – mudança de pensamentos e atitudes), e aí sim, eu começo a receber a vida zoe que flui de Deus.


Então, para enfrentar tudo isso, eu preciso estar unido ao Messias, viver este caminho, que me levará a uma verdade, que trará para mim a vida que flui dEle.


Existe apenas um caminho...e este caminho passa por Jesus! Não há outro!


O que me mantém firme é o fundamento. Ter um comportamento condizente com a minha fidelidade a Deus, e como consequencia natural, a vida plena (para agora) e eterna (para o futuro) chegará até mim.


Assim nos tornaremos a cada dia mais fortes para enfrentar qualquer situação – seja agora, sejam nos tempos difíceis que teremos pela frente, pois estamos a cada dia mais próximos da volta de Jesus. E o quadro que a Bíblia mostra é que serão “...tempos difíceis” Jd 1.18 ; 2Tm 3.1


Então...estejamos preparados!


Você já está?

No Messias,


Daniel Ben Iossef

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Notícias Apocalípticas!







Sufocado por vizinhos e secas, Eufrates está sumindo no Iraque



Retração do rio está castigando os agricultores e ameaça se transformar em fonte de tensão na região


Campbell Robertson



O Rio Eufrates está secando. Sufocado pelas políticas adotadas pelos vizinhos do Iraque, Turquia e Síria, por uma seca que já dura dois anos, e o mau aproveitamento da água pelo governo e agricultores iraquianos, o rio está significativamente mais raso do que era há alguns anos. Algumas autoridades temem que, em breve, o rio se torne a metade do que é hoje.


A retração do Eufrates - rio que foi tão crucial para o nascimento da civilização a ponto de o Apocalipse profetizar que ele secaria, sinalizando o fim dos tempos - está castigando os agricultores ao longo de suas margens, empobreceu os pescadores e vem esvaziando as cidades ribeirinhas, com a fuga dos camponeses para as grandes cidades em busca de trabalho.


Os pobres são os que mais sofrem, mas todas as camadas da sociedade sentem os efeitos disso: xeques, diplomatas e até membros do Parlamento que se retiram para suas fazendas após passar semanas em Bagdá.


TERRA ÁRIDA


Ao longo do rio, os campos de trigo e arroz transformaram-se em terra árida. Os canais definharam e agora são regatos pouco profundos, e os barcos de pesca estão encalhados na terra seca. As bombas destinadas a alimentar as usinas de tratamento de água balançam inutilmente sobre o charco escuro.


"Os velhos dizem que esta é a pior fase da qual se recordam", disse Sayid Diya, pescador de 34 anos em Hindiya, sentado num café ao lado de colegas sem trabalho. A seca está afetando todo o Iraque. A área de cultivo de trigo e cevada no norte teve uma redução de cerca de 95% e os pomares de árvores cítricas e tamareiras no leste do país estão secos.


Há dois anos as precipitações ficaram bem abaixo do normal, deixando os reservatórios secos. As autoridades americanas preveem que a produção de trigo e cevada será pouco mais da metade da safra de dois anos atrás.


Esta é uma crise que ameaça não só a terra entre os dois rios, mas as raízes da identidade iraquiana, de uma nação que já foi a maior exportadora de tâmaras do mundo, fornecia a cevada para fabricação da cerveja alemã e tinha orgulho patriótico do seu caro arroz âmbar.


Hoje o Iraque importa cada vez mais grãos. Os agricultores ao longo do Eufrates dizem, com raiva e desespero, que terão de abandonar o arroz âmbar e contentar-se com variedades mais baratas.


As secas não são raras no Iraque, mas nos últimos anos estão mais frequentes. No entanto, elas são parcialmente responsáveis pela redução do Eufrates e seu irmão mais saudável, o Rio Tigre.


Os culpados citados com mais frequência são os governos turco e sírio. O Iraque tem uma grande reserva de água, mas é um país a jusante desses rios. Há pelo menos sete represas no Eufrates na Turquia e na Síria, segundo os responsáveis pelos recursos hídricos do Iraque, e não há tratados nem acordos, por isso o governo iraquiano se vê obrigado a implorar por água junto a seus vizinhos.


Como o rio não mostra sinais de recuperação, o rancor por causa da água ameaça transformar-se numa fonte de tensão nos próximos meses ou anos entre o Iraque e seus vizinhos. Muitas autoridades americanas, turcas e mesmo iraquianas, ignorando as acusações que consideram uma posição típica de ano eleitoral, dizem que o problema real repousa nas políticas deploráveis adotadas pelo Iraque relativas a seus recursos hídricos.


Ao longo do rio, há muito ressentimento com relação aos turcos e sírios, mas os americanos, curdos, iranianos e o governo iraquiano, são todos responsabilizados. Segundo as autoridades, nada vai melhorar se o Iraque não reformular seriamente suas próprias políticas nessa área e sua equivocada administração da água. Canais com vazamento e práticas de irrigação com muito desperdício de água, além da pouca drenagem do solo deixa os campos tão salgados com a evaporação da água, que mulheres e crianças cavam enormes montes brancos de sal das piscinas que se formam com o escoamento da água.


Numa manhã escaldante em Diwaniya, Bashia Mohammed, de 60 anos, trabalhava numa piscina de drenagem recolhendo sal, única fonte de renda da sua família. "Hoje está tudo seco e ainda tem a água de esgoto. Eles cavam poços, mas às vezes o líquido não chega à superfície e temos de beber água do rio. Meus filhos estão doentes por causa da água", disse ela, referindo-se a um canal que jorra água do Eufrates.


Na região sudeste, onde o Eufrates se aproxima do fim da sua jornada de 2.780 quilômetros e se mistura com as águas menos salgadas do Tigre antes de desaguar no Golfo Pérsico, a situação é grave. As áreas que foram deliberadamente reinundadas em 2003, salvando a antiga cultura dos árabes do pântano, estão secando novamente.


Os agricultores, coletores de junco e criadores de búfalos continuam trabalhando, mas dizem que não poderão continuar se a situação não mudar. "O próximo inverno será nossa última chance", disse Hashem Hilead Shehi, agricultor de 73 anos que vive num vilarejo a oeste dos pântanos, completamente secos. "Se não conseguirmos plantar, as famílias terão de partir."


Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090719/not_imp405008,0.php

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Você foi criado para resolver problemas!




“E os abençoou Deus e disse a eles Deus: frutifiquem, tornem-se numerosos [aumentem] e sejam plenos na terra, subjuguem [mantenham sob controle] e dominem os peixes das águas, e as aves dos céus e por sobre todos os animais que rastejam sobre a terra.” (Gn 1.28)

Shalom!


Você tem fugido dos problemas, ou os enfrentado e solucionado?


No texto acima citado, vemos que o plano original de Deus era que o homem, ao ser criado e colocado neste planeta, aumentasse sua descendência e que mantivesse sob controle a criação.


Interessante porque no texto acima o o ponto inicial do plano de Deus para o a vida do homem na Terra: aumentar (multiplicar-se), ser pleno e manter a criação sob controle.


Naturalmente, o h0mem começou a multiplicar-se...mas e quanto ao restante do plano?


O homem deveria, então, ser pleno sobre a face da terra. Ser pleno significa ter todas as áreas de sua vida cheias da presença e da plenitude de Deus. É a verdadeira prosperidade bíblica: uma boa vida financeira, um casamento saudável, filhos em sujeição, bons relacionamentos, uma vida espiritual madura, em intimidade com o Criador.


Subjugar, ou manter sob controle no original hebraico, se traduz em uma consciência de que o homem é parte do sistema bio-ecológico, e não apenas um observador neutro que interfere no processo natural sem que este sofra dano. Significa que é responsabilidade natural do homem de gerir os recusos naturais que lhe estão disponíveis.


Assim, qualquer que fosse a situação, o homem estaria apto a resolver e administrar todas as questões que envolvessem a criação de Deus. Vemos isso quando Deus coloca frente ao homem todos os animais criados, a fim de que estes fossem catalogados. E podemos aqui vislumbrar o caminho que Deus planejou para que o homem adquirisse o conhecimento natural das coisas – sendo um fiel mordomo do Senhor. E o próprio Criador iria passo apasso ensinar o homem a ser um bom administrador.


Este seria o caminho natural para que o homem fosse “pleno na terra, a subjugasse e a dominasse”. Mas a serpente ofereceu-lhe um outro caminho, um “atalho” que trazia junto de si um preço muito alto.


Sabemos que o preço da queda foi a vida do Filho de Deus, Jesus - que morreu por nós para que hoje possamos viver a plenitude do plano original do Criador - sermos bons administradores de tudo o que Deus criou.


E você, tem sido um bom administrador dos recursos que o Senhor lhe deu? Tem administrado bem seu casamento, seus relacionamentos, sua vida espiritual e suas finanças?


Que possamos buscar, dia a dia, a sabedoria (conhecimento) que vem do Alto, e sermos plenos em todas as áreas de nossas vidas.


Afinal, nascemos como administradores naturais, como imagem e semelhança do Criador. E é natural para o homem criar, assim como enfrentar situações adversas e sair-se vitorioso.


No Messias,


Daniel Ben Iossef

sábado, 18 de julho de 2009

Qual o seu preço?




1 Coríntios 6:20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a (são de) Deus
.


Shalom!


Você já pensou em qual o preço, o quanto vale a sua vida?


E porque Jesus teve que pagar um preço por nós?


Muitas vezes, falamos e pregamos sobre este assunto sem termos a total compreensão do que aconteceu na cruz...e creio mesmo que nunca teremos a total compreensão! Mas sempre teremos algo a aprender sobre a morte de Jesus, e Seu sacrifício por nós.


Portanto, vamos voltar no tempo e acompanhar o que aconteceu no Éden, com o primeiro casal...


Gn 3.13 “E disse o Eterno Deus à mulher:” Que é isto que fizeste?”, e disse a mulher: “ A serpente enganou (nasha) a mim, e eu comi”.


Assim, nós vemos que havia um conhecimento natural para o primeiro casal, um conhecimento que ao longo do tempo que passassem com Deus, iriam adquirir. Haja vista que, sem papel, computador, arquivos...o primeiro homem catalogou TODOS os animais da terra, e lhe deu nomes, sem precisar de nenhuma anotação! Vemos aqui o alto grau de inteligência de Adão, e podemos vislumbrar o ponto inicial da jornada proposta pelo Eterno para o homem.


Mas em certa ocasião, Satanás começa a negociar com o casal, oferecendo uma forma mais rápida e independente de obter este conhecimento. Algo que ele poderia dar. Algo que não necessitava da vontade do Eterno, onde o homem usufruiria da “liberdade” de obter este conhecimento.


Esta maneira mais “fácil” tinha o seu preço...e obviamente, Adão e Eva não sabiam disso!

E quando a mulher fala que a serpente a enganou, ela usa a palavra “nasha”, em hebraico.


Esta palavra nasha tem dois sentidos. O primeiro é “iludir, enganar”, e o segundo é “emprestar a juros, emprestar com usura”. Assim, o montante de juros foi tão alto, que ficou praticamente impossível de o homem natural, agora afastado do Eterno, e com sua natureza agora “caída”, como a da serpente, poder pagá-lo.


Assim, neste verso, vemos como os dois sentidos estão profundamente ligados.O fato de ambos (homem e mulher) desobedecerem ao mandamento do Eterno e aceitarem o conhecimento do bem e do mal, através caminho mostrado pela serpente, fez com que adquirissem uma dívida que não podiam pagar.


Pois foi exatamente este preço que Jesus pagou por nós, na cruz!


Havia um alto preço por este conhecimento, pois a Bíblia diz que, ao estabelecer uma “parceria” com a serpente, esta lhes deu a sabedoria “terrena, animal e demoníaca” (Tg 3.15).


A Bíblia diz claramente que o diabo tem como características “matar, roubar e destruir” (João 10.10). E o homem, a partir do momento em que “comeu” daquilo que a serpente ofereceu, adquiriu também esta natureza de “matar, roubar e destruir”...e não é o que vemos hoje?


E o valor deste “preço” foi a vida e o sangue de Jesus, que rasgou a cédula que era contra nós (Cl 2.14 ; 1Co 6.20,7.23).


O sangue do Filho de Deus...


Portanto, que o Senhor possa nos dar, a cada dia, a real dimensão do que aconteceu no calvário, e que a cada dia, quando nos são ofertados tantas coisas que nos deixam longe do Senhor, que lembremos do preço que foi pago!


Você tem valor!


O valor da vida e da morte de Jesus!


No Messias,


Daniel Ben Iossef